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Exame de Coco Chanel

A vida não surpreende, é a gente que a surpreende a vida… não tenho dúvida disso.

Hoje fui almoçar com amigos da época de colégio, gente que conheço e não via há mais ou menos 123 anos.

Papo ótimo risadas e surpresas, além disso, três pessoas de turmas completamente diferentes, e que eu nunca imaginei, vieram me contar que liam meu blog e disseram gostar muito do que escrevo. Um advogado criminalista renomado, um diretor de um grande colégio de BH e um ex colega da minha irmã que não sei o que faz da vida, mas parece estar melhor de vida do que eu (o que não é grande vantagem).

G-zuis! Sem nenhuma hipocrisia ou falsa “moléstia”, isso me enche de orgulho, mas também me assusta!

Uai gente é muita exposição e responsabilidade, e logo hoje que eu ia escrever sobre o flagelo do tal do  exame de fezes! Pronto, me intimidou…

Pedro Augusto, meu último, nojento e guerreiro neurônio, está batendo palmas, a celulinha nervosa se recusa a tecer qualquer comentário sobre o assunto fecal. Eu também sô! Justamente por isso precisava dividir, literalmente, minha merda.

O dilema é o seguinte: estou fazendo um check up em virtude de uma misteriosa moléstia (fora a mental) que me acometeu recentemente. Daí o médico me pediu uma série de exames, entre eles o de fezes. Não, isso não é digno! Não é de Deus! E vou dizer mais: cocô é uma das coisas mais nojentas do mundo! Então não me peça para manusear a obra, não, não, não!

O criador, ou instinto natural de sobrevivência – como queiram – em toda sua sabedoria e evolução da espécie, deu às mães a capacidade de superar a inevitável êmese gástrica (gastei o vernáculo!), o terrível asco e assim conseguimos cuidar da higienização de nossas crias com naturalidade… Mas a evolução parou por aí!

E aí cientistas, médicos e gênios de plantão? Colocaram o homem na lua, clonaram seres vivos, dividiamr o átomo, e o exame de fezes só mudou da latinha para o potinho de plástico? Isso tá errado!

Como a merda, literalmente, não sai da minha cabeça, levei o assunto para  amigos mais íntimos com o objetivo de compartilhar minha aflição e descobrir como proceder para superar esse bloqueio que agora levo a público.

Deles ouvi sugestões  e casos de morrer de rir. Segundo um amigo que tem um conhecido que trabalha em um laboratório de patologia, certa vez um elemento entregou um saco de plástico enrolado num pano xadrez, algo enorme, uma verdadeira caçarola !

Confesso que não achei a ideia de todo ruim… Os caras lá, que estão acostumados com isso, que partam o “bolo” fecal e se deleitem, a escolha da profissão foi deles, não minha!

Bem, os potinhos continuam aqui…eles olham pra mim e eu finjo que não é comigo, mas terei que fazer. Mas a pergunta continua: De que forma pelamordedeus? Penico, jornal, sacola, plástico filme? Talheres descartáveis? Vou vomitar e já volto (de verdade).

Deveria existir um “personal Shit holder”, eu pagaria. Colocaria uma burca, abriria a porta, ele recolheria o “material” e nunca mais nos veríamos. Perfeito!

É, mas não existe…então o jeito é, como sempre, encontrar saídas… a minha agora está sendo levar isso pro lado cômico e lembrar que ninguém, absolutamente ninguém escapa disso. Gisele Bundchen faz cocô, Angelina Joli e Brad fazem,  Lady Di fazia e até Papa faz! Nenhum deles faz cheiroso ou bonito e se comem milho o milho sai lá! Kkkkkkk Sempre fui encucada com isso, por mais que a gente mastigue elas reaparecem inteiros. Reconstituição?

Voltando ao assunto, todo mundo tem cuidar da saúde, do simples mortal à sua santidade, o Papa, faremos todos um dia exame de fezes.  Vencerei portanto meu PAVOR e ei conseguir!

Mas daí vem outro problema: The shit delivery. Eu levo o potinho, mas numa sacola de grife,  Laurinha Barreto deixará lá seu original Coco Chanel. Surpresinha!!!

Laura Barreto

P.S: Pronto, acabou, nunca mais falo sobre o assunto, prometo! E aos clientes, colegas de trabalho e admiradores peço agora que repitam o seguinte mantra pelo menos 27 vezes: “Trabalhando Laura é uma pessoa inteligente, normal e competente…Trabalhando Laura é uma pessoa inteligente, normal e competente…”

P.S2: Selecionando os 100 melhores  textos para revisar, retocar, corrigir e mandar para uma editora, agora vai! Opiniões serão muito bem vindas! Obrigada!

Modelo Trabalhista Tradicional Machista Nacionalista Escravagista Democrático

Que as moças não me ouçam e as patroas não me odeiem, mas todas as empregadas domésticas deveriam  ganhar no mínimo uns R$10 mil por mês. O mesmo vale para todas as donas de casa sem ajudantes. Pelamordedeus, que trabalho ingrato  e sem fim é esse G-zuis Cristim?! Isso não é de Deus! Eu ODEIO!

Não é a toa que a profissão, em seu modelo “tradicional nacionalista escravagista democrático”, está em vias de extinção. Não duvide, em menos tempo do que se imagina (se Deus quiser)só os ricos, “ricões” mesmo, terão o privilégio de contar com uma ajudante full time em casa.

Acho justo, todo mundo tem direito de procurar sua verdadeira vocação e correr atrás dos seus sonhos. E não me venham com o papinho furado de que é um “trabalho digno e honesto”. Ok, quase todos são! Mas  o “doméstico” possui um inegável pezinho na senzala! A começar pelos “aposentos”…acho que “solitária” seria mais apropriado! Os espaços destinados para as empregadas são tão ridicularmente pequenos que as construtoras são proibidas de divulgar o “armário” como quarto.

Mas, é claro que, como em toda profissão, existem algumas pessoas que nasceram para isso e o fazem com o maior prazer.  Mas, aqui entre nós, se você conhece tal entidade indique o nome ao vaticano para canonização e para mim, ok?

Brincadeira, não “assedio” ajudantes alheias e abomino a prática.  Além disso, aqui em casa a Silvaninha, que está comigo há 5 anos, e que agora pela primeira vez teve que se afastar de licença médica,  já é da família e é tratada como tal, sem nenhum preconceito.  Por isso o assunto veio a tona! Sentindo falta da ajuda e da pessoa, eu e as meninas!

Falando nisso, acho um absurdo as babás não poderem entrar nas piscinas residenciais ou dos clubes com as crianças, qual é o problema? Doenças, sujeira? Posso garantir que tem muita madame por aí que são nojentas, porcas mesmo e não lavam nem as próprias calcinhas! E tem mais, lavar as suas roupas e a dos seus filhos, cozinhar, cuidar e manuseuar todos os utensílios domésticos pode, mas usar a mesma piscina não… Vá te catar, tá tudo errado! Tem que acabar mesmo!

Sem falar na ignorância do tal do elevador de serviço…não vou nem comentar.

Mas, voltando ao assunto,  como nós, mães que precisam e gostam  trabalhar faremos com o fim das ajudantes do lar?  O problema  é sério! Veja bem,  no Brasil, não temos uma estrutura mínima que possibilite conciliar as tarefas de mãe, dona de casa e trabalhadora sem deixar uma das funções, ou todas elas, à desejar. Para começar, em terras tupiniquins,  poucas e caras escolas oferecem horário integral. Garanto que a grande maioria – se não a totalidade dos alunos dessas escolas – têm além de várias empregadas, motoristas e até tutores… Por que estudam o dia inteiro? Pode ser uma preocupação com a formação acadêmica ou por motivos nada nobres, como por exemplo manter as crianças longe o maior tempo possível. Desculpem a sinceridade.

Trabalhar meio horário é a solução. Mas o mercado de trabalho tradicional regido pelas nossas moderníssimas leis trabalhistas direcionam justamente para o lado oposto.  “Trabalhe e produza cada vez mais, se não fizer tem quem faça, e por menos!” . Um cabresto invisível que usamos todos os dias.

Para piorar os desafios das “mães que ralam” tem o trânsito,  claro!. G´zuis, Mary and Joseph… só de tocar no assunto a enxaqueca já atacou. Talvez se tivéssemos um sistema  de transporte público eficiente as idas e vindas para buscar as  crianças aqui e acolá seriam menos devastadoras mentalmente  e fisicamente.

Fora os maridos… Sim, vou ter que falar! Com raríssimas exceções, na maioria dos casos com marido ou sem é a mesma coisa. Melhor dizendo, com marido muitas vezes ainda é pior, porque a Amélia tem que catar roupa do chão, levar a “m” da cerveja gelada e ainda estar sempre disponível, sorridente, cheirosa, bonita,gostosa, bem humorada e pronta pra dar.  Ah, e se não trabalhar, mesmo cuidando de tudo da casa e das crianças, é “dondoca”.

Bem, nada disso é novidade pra ninguém, o fato é que  as ajudantes estão ficando cada vez mais caras, raras e exigentes. O negócio então é parar de reclamar e encontrar soluções. Eu já encontrei uma: a solução de acetona, desisti de ter as unhas esmaltadas,  não dura um dia!  Hahaha.

Falando sério, a solução é simplificar ao máximo, tudo o que puder, e educar os filhos para serem mais cooperativos e se virarem sozinhos.

Daí, quando tiverem que dar conta da própria vida não sofrerão ao enfrentar a triste realidade de que as roupas não vão andando para o cesto de roupa suja e aparecem limpas, cheirosas e passadinha no armário por mágica ou  graça divina.  Não, também não existem ratinhos vestidos e simpáticos dispostos à fazer o serviço de limpeza. Ah, e sabe a comida gostosa do dia-a-dia?  Dá um trabalho fudido,  a rotina enche o saco, é consumida em 10 minutos e a pia lotada sobra pra você.  Os passarinhos azuis não aparecem nem com vocalizações dignas de uma soprano. Eu tentei, juro! Cantei que foi uma beleza, e nada! Só o vizinho que reclamou…

Vai acabar gente, tô falando! Empregada já é artigo de luxo, então e como não podemos mudar o resto , pelamordedeus, eduquem seus filhos para o mundo real e não esse bando de moleques mimados e mal educados que temos visto por aí!

E que tal hoje, quando entrar em casa e encontrar tudo arrumadinho, reconhecer que não foram os ratinhos, magia ou os passarinhos azuis que fizeram todo o trabalho! Agradeça, pare de por defeio em tudo, aproveite enquanto puder, ensine, ajude, reconheça e lembrem-se: Dinheiro acaba, pessoas morrem, mas respeito, educação  e amizade ficam! E isso vale para todas as relações e não só entre patrão e empregado.

Quer ter um bom amigo?  Seja um bom amigo! Quer ser servido? Sirva! Quer receber ajuda? Ajude!

E bora parar com esse conversê que tenho uma pilha de roupa pra lavar!Lerê, lerê!

Laura Barreto

Batendo Biela

Há 10 dias estou tendo febre constantemente, dor de cabeça insuportável…sem apetite nenhum  e um cansaço absurdo. Ontem saí para fazer os exames de sangue que uma amiga da minha irmã, médica, pediu.

No caminho meu pneu furou… 4 horas da tarde do dia mais quente do ano em uma avenida super movimentada. Graças a deus e a R$10,00, consegui um fariseu para me ajudar a colocar o estepe e rompi para borracharia. Pneu rasgou, 1 hora para consertar e mais 40 lascas.  Resultado: não fiz os tais exames e cheguei em casa  mais pra lá do que pra cá.

Mas não acaba aí, claro que não! Então as meninas chegaram, fiz e dei jantar para as duas  (sim, eu sei cozinhar!), arrumei a cozinha, banho, pijamas e agora é só cair nos braços do Morfeu, certo? Errado! De longe ouvi saindo das mochilas aquele risinho falso e sarcástico que só os famigerados “Para Casas” sabem dar. Fiusdumaégua!

Mentalmente proferi uma sequencia de palavrões de fazer Dercy revirar no caixão.

Numa boa, eu sei que o mundo está cada vez mais competitivo, o volume de informações imenso e as exigências e cobranças do mercado de trabalho cada vez mais seletivas e severas… mas de que adianta se as crianças ficarem órfãs! Não estou gostando nada dessa relação custo x benefício.

Eu tô batendo biela, os Para Casas sem dúvida tem culpa no cartório! Hate them!

Sério, chego a pensar se não é por isso que estou assim: “alergia a Para Casa”! Nem os meus eu fazia direito! Agora, além de acompanhar dois ainda tenho que corrigir os de sala! Fala sério, jogei chicletes babujado no cabelo do G-zuis na cruz, o Cara não curtiu nem um pouco, foi isso.

Mas, enfim, cest la vie…Para Casa mandado é Para Casa cumprido! Faca na caveira!

Daí hoje, finalmente lá fui eu fazer os benditos exames para confirmar se essa merda é (foi) dengue mesmo e comprar a tal boneca que come e faz côco que a Helena pediu de aniversário.  A última desse modelito entupiu e tive que fazer um procedimento “enema” para recuperar a bicha, vocês não imaginam o que saiu lá de dentro, filme de terror!  Hoje ela passa bem, mas mesmo assim, obcecada com bonecas e cocôs, Nena quer essa outra que tem um “troninho”. Cara padaná! Por isso que eu digo: “ A merda quando vem, vem com força!”

Claro que, além disso, Murphy me amando como só ele é capaz, restringiu a boneca modelo “morena” a um único shopping do outro lado do universo. Loura tinha pra todo lado, mas vai saber por onde sai o cocô (desculpem, não resiti a piadinha infame.)  

Mãe é mãe…lá fui eu.

No caminho a pressão baixou (acho que tô morrendo mesmo, numa boa) entrei na loja e sentei, por coincidência na mesma hora uma amiga que mexe com decoração e lembranças  para festas de crianças (as coisas mais lindas do mundo) me ligou querendo saber se eu iria na aula de gastronomia. “Sem chances!” – respondi suando frio e contei pra ela o meu flagelo antecipando um possível vexame no shopping. Aproveitei e encomendei umas lembrancinhas (“santinho” no meu caso não pega bem) bacanas e criativos para o meu velório.

Ela rolou de rir e eu acabei melhorando. Nada como abstrair!

Bem, confesso que as minhas piadinhas de humor negro são para aplacar um medo atroz que me corrói. A burrinha aqui , amadora que só, andou fazendo umas pesquisas na internet e segundo o “Dr. Gugo”,  meu tempo é curto!

Aproveito para fazer um alerta de utilidade pública: Nunca, jamais, em tempo algum, pesquisem sintomas de qualquer doença no Google. Ainda mais com vários hemogramas em mãos,  a morte é líquida e certa, mesmo que seja uma simples virose!

Deixem isso a cargo dos deuses, ops, quis dizer dos médicos! Ah, é praticamente a mesma coisa.

De qualquer jeito marquei com os representantes do Olimpo de praticamente todas as especialidades possíveis e imagináveis, até dentista tá na parada! E outra, não é possível que eu vou morrer justamente agora que estou acabando de pagar o meu carro, aí é sacanagem!

Sobre a divisão do “meu verdadeiro bem”? Well, esse eu não revelo nem divido com ninguém, e se arrumar outra depois da minha passagem ele que sabe…assombro mesmo! Ah, e os Para Casas deixo para a madrinha Renata Goldie, quem faz 2 faz 4!(hahahaha risada satânica) É bom que vão ser de 4 séries seguidas, olha que beleza!

Tudo brincadeira, viu? Não morro fácil não! Detesto esse negócio de defunto, choro, velório… tudo muito brega! E bora mudar de assunto que  a vida tá só começando! Novidades em breve! E dou notícias do médico, de verdade, na sexta, falou?

Aqui a tropa é de elite, osso duro de roer, pega um pega geral também vai pegar você! Faca na caveira!

Beijos,

Laura Barreto

Disk Assombração às suas ordens!

A gente passa muita raiva nessa vida…mas é MUITA!

O negócio é não se deixar consumir por ela e rir do que for possível. Eu e o meu drama da dengue estamos assim… Hoje é o sétimo dia de peleja, a cabeça parece que vai explodir e o cansaço é inexplicável. Mosquintinho fiudumaégua, viu?

Claro que nesse dia o escolar passa direto e a babá sai de licença porque vai operar. Até aí tudo bem, nada muito fora do dia-a-dia de mães separadas. Mas então toca o telefone… número desconhecido, se não é cobrador é trabalho, vamos lá!

Nem um nem outro, era fantasma. Sim, Disk Assombração, só pode! Não a pessoa que ligou , mas a mensagem. G-zuis, Mary and Joseph, eu sei que aprontei muito na infância e na adolescência, mas já tá bom né? Chega!

Sabe aquelas coisas do passado das quais temos tanta vergonha que escondemos até da gente mesmo? Pois é, é o caso… Quando eu tinha 24 anos me casei pela primeira vez, na Igreja, com toda “pompa e circunstância”, acreditem se quiser. A criatura que até então era aparentemente normal, surpreendeu a todos dando um calote geral na praça, na minha família e em mim…separamos e coloquei isso lá no fundo do baú, cheia de vergonhas e arrependimentos, mas graças a deus sem nenhum outro vínculo além de um processo judicial resolvido anos atrás. Morto e enterrado!

Agora, por motivo de “assombramento maior”, aqui estou eu, contando esse flagelo, essa mancha do meu passado que não sai nem com Vanish, no meu bloguinho querido do coração, para mil leitores diários, quem diria! E se o “desinfeliz” quiser me processar por isso, go aheady, make my day! Aí coloco é nome e sobrenome, foto, CPF e filiação (se é que ele tem uma).

Respira, Laura, respira!

Pois bem, voltando ao Disk Assombração, uma amiga que na época fez o meu divórcio, me conta que o elemento não se sabe como, depois de todos esses anos, conseguiu o telefone dela e queria o meu endereço para supostamente entrar com o pedido de cancelamento desse casamento de 18 anos atrás junto à Igreja! No vaticano! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Tem que rir gente, é pegadinha né? Onde estão as câmeras? Pode sair galera!

Tudo bem, o moço pode ter mudado, encontrou outra “desenfeliz” e quer constituir família com as bençãos da Santa Igreja Católica. Muito bonito isso…mas pagar quem lesou nem pensar, né?

OK, essa é outra história! Continuando, o que não consigo imaginar é qual seria a justificativa de cancelamento do sagrado e indissolúvel matrimônio. Será que ele vai dizer que o casamento não foi “consumado” nos 2 anos que infelizmente vivemos juntos? Não consigo pensar em mais nada. É isso, eu sou virgem!

Hum, me deu umas idéias…quem sabe um leilão na internet? Pode render algum!

Ah, dá um tempo! Vai te catar sô! Vai caçar serviço!

Então meu filho, quer meu endereço? Deu o calote em mais alguém e ainda vai mandar mais cobradores atrás de mim? Marcamos numa delegacia e lá conversamos, que tal? Ou então me faz um favor, vai ver se estou em Roma e me deixa em paz!

Não mexe comigo que não tô Benta!

Laura Barreto

No * do Calango

Beijo no coração”, “lindo de viver”, “brigada eu”, são algumas das expressões que mais me irritam no mundo! Desculpe, pode ser só uma reação típica de segunda-feira início de regime. Mas que merda é um “beijo no coração!?”

Sou muito mais a favor de mandar, por exemplo, um “beijo no cu do calango”. Ah não entendeu? Vou pegar o giz de cera, os fantoches e o calango pra te explicar … (acho que estou meio sem paciência hoje).

Mas eu sei porque, a culpa é do Herbalife… que me desculpem os riquíssimos e felizes “representantes autônomos”, mas essa gororoba de shake só vai pra frente por causa dessa vida de louco que a gente leva.

Almoçar fora todo dia não rola, além de engordar pra caray, haja “tique”! Ir em casa? Vc trabalha no Belvedere? Sabe o que significa “Av. Raja Gabaglia”? Pesquisa aí, vai… são os 5 km mais sofridos e longos que ligam dois pontos:  o Alto  ao Baixo Belvdere ( também conhecido por muitos como “Buritis”)… Devia chamar Av. Cu do Calango!

Como eu habito o Baixo Belvedere, nem sempre rola de almoçar em casa. Daí a alternativa é ir no “Espaço Vida Maldita”, ops,  “Espaço Vida Saudável” no prédio do lado tomar duas águas sujas e um shake (até gostosinho se viesse com um Big Mac) e voltar pra labuta.

Pelamordedeus, longe de mim criticar os carros plotados, as camisetas com brilho e os botons gigantes, quem sou eu!  Os produtos são bons ( caros), mas funcionam, o que irrita é só o tal do marketing multinível…os caras só não são mais “intensos” que os determinados  “Testemunhas de Jeová”. Aliás, alguma  esse tal de Jeová deve ter aprontado pra precisar de tantas testemunhas! kkkkkk

Bem, mas voltemos ao clima de vida maldita de segunda-feira…. Eu amo o que faço, trabalho em um ambiente super  agradável, com gente bem humorada  e inteligente, ganho bem , meu chefe é bacana e eu, “moléstia à parte”, vendo padaná!Produtos bacanas,serviço que funciona, barato, com a melhor equipe de comunicação EVER e que eu acredito, não tem como errar. Mas, porém, contudo, todavia esse negócio de viver pra trabalhar não está certo!

Revoltada hoje!

Um dia lindo lá fora, merecendo uma piscina ou uma praia (420 km daqui temos a mais linda do mundo!) e “uns bons drinque”, mas não, estamos aqui…no ar condicionado, aproveitando a hora do almoço pra fazer a digestão do tal Shake e escrever umas bobagens, para em seguida encarar mais 4 horas…

E se eu morrer amanhã? Como ficam as minhas filhas que pouco vejo? E a minha vontade de viajar de conhecer lugares e pessoas? Como fica a vontade de praticar esportes, de nadar e de correr?E os livros que ainda não li? E o Nadal que ainda não peguei?

Á pá PQP! Cansada desse batido sem fim! Quem determinou essa lógica de trabalho de 42 horas semanais estava afastado de G-zuis Cristim! Nós estamos é no “cu do calango” mesmo!

Então, pelamordedeus, como hoje é segunda e eu devo estar de TPM ( com toda certeza) se eu fosse você não arriscaria a me mandar um “beijo no coração”, ok?

Beijo no cu do calango, ou para quem achar que está agressivo demais fica um “ósculo no anus do pequeno réptil”!

Laura Barreto

 

P.S: Vai passar! E não deixe de assistir o vídeo, Pedro Augusto, meu único neurônio, que mandou eu colocar para que esse post fizesse pelo menos algum sentido… Foi mal galera! Daniel Pink é o cara!

Ninho de Prazer

 

Gente, pelamordedeus, eu preciso contar, juro que náo foi comigo,  e sei que mesmo jurando  vai ter gente achando que foi… azar, o caso merece! E tem mais, confesso que, apesar do constrangimento, não acharia nada ruim se realmente fosse eu. Afinal de contas, como diria Fernando, o  Pessoa: “Tudo vale a pena quando a alma não é pequena.”

E pode ter certeza, segundo relatos, a alma era espetaculosa! rs

Pois bem, a amiga que chamaremos de Rita, se mudou para um prédio muito bom e, até esse fatídico dia, aparentemente sem defeitos.  Muito bem localizado com infraestrutura de lazer perfeita e, como tem muito bom gosto, o  apartamento ficou perfeito.

Mais lindo ainda é o atual ex-namorado. Como assim você não entendeu? O mundo moderno quase que exige a existência e presença frequente de um ex-namorado. Alguém pra gente pelo menos de  vez em quando chutar o balde e se esbaldar em uma noite tórrida de prazer, com ou sem amor e, o mais importante, sem nenhuma culpa.

Então lá estava o Lindão de com sua “alma avantajada” pronto para favorecer à amiga talvez a única coisa que talvez supere (eu disse “talvez”) o prazer proporcionado por um pacote de Kit Kat.

Noite perfeita, tudo transcorreu às mil maravilhas, Llindão seguiu seu caminho e Rita em seu magnifico apê, feliz e com a cútis brilhante ficou. Não poderia ter sido melhor, ou nesse caso, em virtude de uma política de boa convivência poderia quem sabe até ter não tãooooooooo bom assim!

Não, agora não estamos falando mais de Lindão  que deveria estar no sétimo sono de beleza em seu hotel quando o interfone tocou. Rita, olha o relógio assustada, 8 horas da madrugada de domingo, o que teria acontecido?

Era a síndica, que para o azar de Rita (que não se irrita com facilidade) descobriria em seguida, era sua vizinha do andar de baixo. Rita estava recebendo uma advertência pelo barulho excessivo da noite anterior que, talvez por despeito , qualificou como sons da intimidade da vizinha que ela não seria obrigada a testemunhar.

Para justificar e reforçar sua reclamação explicou que o isolamento acústico do prédio é péssimo e que ela sabia, por exemplo, que ela tinha ido atender o interfone descalça. A reação de Rita foi quase instintiva e imediata, olhou para os pés e abriu a boca ainda muda ( melhor manter assim!) e constatou que realmente não estava de chinelos. G-zuis!

Sem saber o que dizer, e como nenhuma desculpa do tipo “nossa, acabei de chegar, minha prima que dormiu aqui”, desculpou-se e prometeu que não aconteceria novamente.

Eu quase chorei de rir e sugeri â amiga forrar o chão com caixas de ovos e quem sabe até lançar tendência no mundo da decoração.  Consigo até visualizar o ambiente na Casa Cor: “Ninho de Prazer”.  Por que cumprir a promessa de “não acontecer”, esquece!

Laura Barreto

Luz, câmera, ação!


Pelamordedeus! Porque não pensei nisso?!  É brilhante! Será que está em tempo de fazer uma versão parecida, no trabalho talvez?  Não, acho melhor não, 42 anos, duas filhas, uma carreira sólida… se já tá difícil assim arrumar namorado, imagina se faço uma coisas dessas?! É, melhor evitar!

Ah se eu ainda fosse  adolescente ou um pouco mais jovem…  mas Deus sabe o que faz, e isso me fez lembrar de um caso.

Então senta que lá vem história!

Nos idos e queridos anos 80 também atuávamos,  não fizemos exatamente como meu novo ídolo “Superman tupiniquim”, mas chegamos bem perto!  Éramos uma turma de mais de 10 meninas, todas lindas,de boa família e mentalmente perturbadas. Não tenho a menor dúvida disso.

Aposto que tem umas duas ou  três dessa turma – nesse exato momento –  lendo  e pensando com um indisfarçável sorriso nervoso no rosto: “Não, ela não vai fazer isso! “

Vou! Já estou fazendo!

O nosso negócio era o “duvido”. Bastava essa palavra pras coisas mais inimagináveis e ridículas acontecerem, por exemplo: Ir passear no  BH Shopping ( quando só existia ele), em pleno sábado,  vestida de roupão, pantufas e touca de banho. Nem eu acredito que fiz isso, pra quê?

Os desafios eram sempre assim, “quanto mais ridículo melhor”, mas às vezes eram por pura falta do que fazer… Em um janeiro chuvoso por exemplo, daqueles que não parava de chover nem um minuto há 20 dias seguidos , eu e a Menina Sorriso, cansadas de ficar dentro de casa vestimos equipamento completo de mergulho e fomos fazer uma caminhada na Bandeirantes.  Os registros dessas bobeiras, feliz ou infelizmente , estão só nas nossas cabeças – e nas de quem passou por lá. Não havia a facilidade de máquinas digitais.

Eventualmente filmávamos, com aquelas filmadoras super pesadas VHS. Normalmente  quando eu não era a apresentadora, estava filmando. Nem preciso falar que o roteiro passava também por mim, né? Sempre criado por várias mentes prodigiosas, mas com os toques especiais da Menina Sorriso – essa sim está desperdiçada!

Os filmes eram elaborados, 7ª arte,  como por exemplo, quando faltou álcool nos postos de BH. Quem tem mais de 30 anos deve se lembrar. Formavam-se filas intermináveis nos postos, tinha gente que até dormia  na fila.

Bastou dois minutos na casa da Menina Sorriso conversando sobre o assunto, uma troca de olhares e sem muita conversa lá estávamos, no Posto Ponte Nova, na Av. Nossa Sonhora do Carmo, com três carros e todo um elenco.

Domingo, fim de tarde, posto sinalizado por cavaletes dizendo – “Não temos álcool” -  fechando os acessos. Conversamos com o gerente do posto  e ele nos liberou o espaço para o “filme”. Pronto tinhamos uma locação!

Claro que liberou, imaginem 5 mulheres em volta dele com carinha de “pleeeeease”.

Aí começou a farra, colocamos os nosso carros como se fôssemos abastecer, em questão de minutos uma fila real estava formada.

A mãe da Menina Sorriso era nossa “câmera”, mais empolgada do que a gente, sempre!  Eu a repórter entrevistando o que as pessoas estavam achando da falta de combustíveis e quanto tempo seriam capazes de ficar na fila.

No primeiro carro a motorista  era a Garota Dourada ( preservando as identidades, mas não muito…) . No carro seguinte a Irmãzinha Prodígio da Menina Sorriso, então com uns 9 ou 10 anos de idade – ela fazia o papel da filha do motorista de taxi determinado a ficar na fila quanto tempo fosse. Detalhe, a Irmãzinha  Prodígio e a Menina Sorriso era muito parecidas! Irmãzinha parecia miniatura da Sorriso.

A tomada 1 estava pronta: pai e filha no carro, determinados a ficar lá  quanto tempo fosse preciso,  até o resto da vida!

Corta!

Na tomada 2, sai a irmãzinha prodígio e entra a Menina Sorriso no seu lugar, e o pai volta com uma máscara de velho,  como se tivessem passado 15 anos na fila.

Eu, a repórter, volto pra saber se  o motorista vai continuar lá e até quando. A Menina Sorriso aproveita e desabafa para as câmeras: “Isso é um absurdo, passei meu aniversário de 15 anos dentro do carro, quero namorar e casar como todo mundo, mas não posso, meu pai não vai sair daqui.”

Zoom no frentista e ela trocando olhares libidinosos. Corta!

E a fila do posto aumentando… Uns 15 carros nessa altura do campeonato.

Tomada 3:  sai o pai velho, entra no lugar uma caveira no banco do motorista. Câmera procura o frentista, zoom no frentista casado com a Menina Sorriso e Irmãzinha Prodígio no papel de filha desse novo casal.

Repórter entrevista o casal que se mostra feliz com a união, todo o tempo na fila valeu a pena! Encontraram ali o verdadeiro amor!

FIM

Aplausos do pessoal que estava na fila do posto, um sucesso!

Fala verdade, não é uma “obra de arte”!? Esse filme ainda existe, sei até com quem está… Qualquer dia passo pra DVD e coloco aqui, não duvidem!

Ahh e ainda tem a surper podução ” O Monstro do Lago”,  me aguardem!

P.S: Irmâzinha Prodígio é hoje uma apresentadora de sucesso da TV brasileira.

 

Dando Uma “Rave” Nas Moças

As novinhas que me perdoem, mas estamos dando um baile… é isso mesmo, nós , as coroas acima de 30 ou 40, casadas, separadas, ou solteiras, donas dos próprios narizes, estamos dando uma verdadeira “rave”  na grande maioria das mocinhas “molóides” soltas por aì! E por um simples motivo: não tenho a mínima idéia de qual seja!

O que eu sei é que estou lendo dois livros concomitantemente (destruí no vocábulo agora), cada um de 400 páginas, malhando, educando (bem) duas filhas,  trabalhando que nem uma louca, administrando uma casa, cultivando amizades, feliz da vida e amando! Quem? Todo mundo, menos o meu amor que está… Onde mesmo? Sei não… pode ser que seja até no Canadá.  Está por aí, sei lá, perdido nesse mundo de meu Deus ou do meu lado, vai saber… Posso ter estado com ele hoje!

Isso tudo “não faz a mínima diferença”!  Não precisamos dessa ou daquela pessoa, disso ou daquilo para sermos felizes.  Uma bolsa Hermés ou uma viagem para Paris ( são bons agradinhos “básicos”), mas também não mudam NADA.

O que faz diferença de verdade na vida da gente é saúde, educação,  inteligência, carinho, caráter, personalidade, respeito e amor! O resto?  O resto a gente da um jeito!

Por isso, “moléstia” à parte, entendo quanto e quando a felicidade, mesmo aparentemente tão pequena, incomoda… é pra ter inveja mesmo.

O caminho não é fácil, mas você chega lá! Vai com fé!

Beijos,

Laura Barreto

Assunto: Despedida e Agradecimento

O que as pessoas realmente querem dizer com os e-mails de despedida… Texto órfão, coisas de internet (SOPA e PIPA, tô ligada!), “filho de chocadeira”, sem pai nem mãe… Então é meu, “achado não é roubado”! Divirtam-se!

 

Colegas,
(Escravos,)

Chegou a minha vez de me despedir de todos vocês. Os últimos anos foram magníficos no desenvolvimento da minha carreira, mas é hora de partir em busca de novos desafios profissionais.
(Estou caindo fora desta merda. Após anos de exploração sem sentido, baixo salário e horas-extras não remuneradas, finalmente consegui arrumar um emprego melhor que este (o que não quer dizer grande coisa).

Gostaria de deixar meus agradecimentos a todas as pessoas que de alguma forma me ajudaram durante todos estes anos. Sei que posso acabar esquecendo alguém, mas algumas delas merecem uma saudação a parte.
(Abaixo segue a lista das pessoas que transformaram a minha vida num inferno durante todos estes anos. Existem muitos outros fdps, mas não consigo lembrar o nome de todos.

1) Em especial fica um forte abraço para o Teixeira, meu chefe ao longo desta jornada, pelo aprendizado, dicas e também broncas;
1) Filho da puta do Teibicha, maldito corno, jamais cumpriu sequer uma das promessas que me fez. Sempre de mau humor, consegue a todo o momento desmotivar a equipe com sua incompetência e métodos pré-históricos de trabalho.

2) Para toda a equipe da Área de Pessoas, em especial para a Luciana, pela simpatia, disposição em resolver meus problemas e também por ter me selecionado (hehe);
2) A vaca do RH, pelo mau humor cotidiano e clara insatisfação em ajudar quem quer que seja.

3) A toda equipe de TI, que prontamente solucionou inúmeros problemas em nosso sistema;
3) As incompetentes da área de sistema, que demoram uma eternidade pra resolver qualquer problema em nossas máquinas, e normalmente o fazem com cara feia e má vontade.

4) A equipe do nosso escritório Regional do Rio de Janeiro, pela ajuda com nossos eventos;
4) Às sanguessugas do escritório regional, incapazes de resolver qualquer problema por conta própria, me fizeram perder inúmeros finais de semana para ajudar em situações que eles criaram.

Fica aqui o meu grande abraço para todos vocês, pelas risadas, happy-hours, problemas resolvidos e desafios enfrentados. Tenho orgulho de ter feito parte desta família maravilhosa.
(Adeus para todos. Chega de fofoca, baixo nível, picuinha e palhaçada.)

Sei que conversaremos em breve.
(Nunca mais quero ver nenhum de vocês.)

Abraços,
(Vão todos tomar no cú!)

Autor desconhecido… mas poderia ser eu, em outros tempos, é claro, mas poderia!

Beijos ( de verdade),

Laura Barreto

 

Fodam-se as pessoas “em geral”!

‎”Os homens em geral não gostam de mulheres independentes, inteligentes, divertidas e que falam palavrão.”
Fui obrigada a ouvir isso hoje e só tenho uma coisa a dizer: FODA-SE!

Fodam-se todos  esses machistas hipócritas que querem uma mulherzinha boazinha e quietiha que fique em casa enquanto eles aprontam!

Fodam-se também as idiotas que se submentem a isso!

Fodam-se também os que mandam os outros se fuderem (eu no caso).

Falando sério, descobri que destesto a expressão “em geral”, indiferentemente das estatísticas que embasam qualquer afirmação, ela é preconceituosa por natureza.

“Em geral os gordinhos são engraçados”

“Em geral  os artistas são drogados”

“Em geral as louras são burras”

E daí só vai piorando…Pára gente! Cada pessoa é única e vive como melhor lhe convir.

Desde que ninguém se machuque e respeitando-se os limites, a vida de cada um é de cada um. Ninguém é dono da verdade. Não estamos falando de anarquia, bandalheira, amoralidades ou falta de ética, muito pelo contrário, estamos falando de um estado de espírito, de algo intangível e imensurável: felicidade.

Ser feliz é o único compromisso que temos nessa vida.  “Como”  é um problema individual…Casada,solteira, submissa, independente, loura, morena, gorda, magra, pobre, rica, idiota, inteligente, não importa! O importante é ser feliz!

Então me deixa, me esquece, vou continuar falando palavrão pracaray! Vou trabalhar, me virar e vou ser feliz! Gostem “em geral” os homens ou não!

Laura Barreto

P.S: E não se fala mais nisso! Mesmo porque hoje é sexta-feira 13, dia de muito azar…para o meu fígado! Esse sim, se fudeu! (risos) Vou tomar cerveja enquanto tiver vontade ou aguentar, contar piada e comer  torresmo com um bando de amigas. Não gostou?! Serei educada, dessa vez: Que pena! Pela atenção, obrigada!