Tomar conta da vida dos outros é sempre MUITO mais fácil. Sempre temos um conselho ou uma dica e invariavelmente levamos os problemas dos outros para mesa do bar. Sabe o que eu acho disso?
Uma tremenda sacanagem! Eu adoraria participar, ainda mais se o assunto for euzinha aqui, sei coisas realmente terríveis a meu respeito!
Liberando todo meu lado histérico com traços paranóicos e como sei que não faltam motivos, aposto que estou sempre em pauta. Azar, falem mal mas falem de mim, make me famous!! E se quiserem pagar minhas contas melhor ainda. hahahaha
No último domingo foi diferente, cada um levou seu próprio flagelo para um “domingo sem lei” e, depois de várias caipis, abrimos os corações e ouvidos. Amigos, cada um mais diferente que o outro e cada um em um estágio diferente da vida. Para enriquecer ainda mais a experiência, fora um casal, não havia muita intimidade, portanto sem prejulgamentos.
Pois bem, Pedro Augusto – meu único neurônio – apesar de alerta, foi entorpecido à base de caipi- limas e chopps, e eu soltei o verbo!
Contei casos que NUNCA aparecerão aqui e quase matei o povo de rir. Ouvi outros tantos que, da mesma forma, são impublicáveis e quase me fizeram fazer xixi na microssaia jeans ( coisas de Raquel).
Chamei o namorado da amiga loura e linda de “pão duro” e ele, nervoso por não ser, pagou a conta ( G-zuis, que falta de educação, mas colou!). Tudo mentira, eu realmente brinquei, mas ele é um verdadeiro gentleman, thanks. Tradicionalmente (coisa típica de bebum) combinamos viagens e fiz até a análise de um pseudo-relacionamento da amiga que fiz naquele dia. No final chegamos ( ou eu cheguei, não sei) que só podia ser um caso de “pônei maldito”. Para quem não sabe cavalos são símbolos fálicos, e para quem não sabe o que é um símbolo fálico sugiro que se mate ou olha no Google.
Falando nisso e para não perder a deixa, quem, nos dias de hoje, com todos os problemas econômicos e ambientais que vivemos compra carrões gigantescos com alto consumo de combustível e sem nenhuma justificativa coernte, só para aparecer mesmo, não sei não…Freud explica. Sou mais um Clio básico, vai por mim!
Saímos de lá leves, morrendo de rir, rolou até paquera com mesa do lado e troca de cartões… sem lei mesmo! Mas o mais importante é que não falamos de ninguém além de nós mesmos, isso sim é mais legal do que o amigo pagar a conta, é priceless. Eu amo!
Ah, e que fique claro, não sou “psico-nada”! O máximo do meu conhecimento sobre o “serumano” é da minha experiência, de ouvir e das revistas Nova, Marie Claire e do gênio global Ana Maria Braga… Portanto, G-zuis, Joseph and Mary olhai por essa pobre alma e pelas que a acompanham, leem e ouvem tais tolices! Mas que uma boa terapia de bar tem o seu lugar, isso tem!
Precisando de outra, urgentemente!Bora lá? Keep talking!
Laura Talker Barreto
P.S: Amei meu domingo! Obrigada amigos. Ah e o Pedro Augusto pede para avisar que el não tem absolutamente nada a ver com nada disso! Célula ingrata…
Perfect!!!
É isso mesmo, Laura!!!
Podem falar o q quiserem… Sou da teoria de quem paga minhas contas sou eu e o clichê “os incomodados que se retirem”…
Bjons
Gostei tanto que até compartilhei no “Face”!!
Rsrsrsrsrs…